Página do JA Reiki é a arte de convidar a felicidade (Mikao Usui) Imagens de acesso livre e de autor desconhecido ...ou o impacto que a mente tem no corpo. Porque ficamos doentes? A recorrência desta questão, leva-nos a procurar respostas num universo que vai da explicação cientifica (física) à espiritual (metafisica). Porque necessitamos de construir crenças (acreditar em algo), para podermos prosseguir com a “nossa vida”, a parte pragmática que todos nós temos, encontrará sempre evidências que suportarão as nossas crenças, sejam elas quais forem. Questão: E se a nossa crença é baseada em “verdades” alheias e não na vivência do nosso diálogo interno? Então aceitamos como “verdade” algo que vem de fora e através da repetição, vamos interiorizando “verdades” que nos são alheias, potenciando o conflito interno entre a verdade exterior (o que vemos de acordo com as crenças de outrem) e a verdade interior (o que sentimos). Como resultado, deste conflito, surge a anomalia física a que chamamos de “doença”. William James, (1842 - 1910 um dos precursores da psicologia moderna) afirmou : “A maior descoberta da minha geração é que o ser humano pode alterar a sua vida mudando a sua atitude mental.”, reconhecendo que a atitude mental tem um impacte fundamental na nossa vida. Sabendo que a mente gera o pensamento e este, chega ao nosso conhecimento através do cérebro, na forma de reacções físicas geradas pelas emoções, percebemos o porquê de um pensamento assustador gerar tensões físicas, que se forem prolongadas, causam problemas mais ou menos complicados. Por vezes a “questão assustadora”, não passa de um pensamento, que não sendo verdadeiro, não deixa de causar a tensão nefasta. Nesta perspectiva, resumo alguma informação extraída principalmente dos documentos em referência no rodapé, porque condensa muito bem as leituras de outros documentos, assim como experiência pessoal na recuperação da anomalia percebida fisicamente, após identificar e resolver o pensamento (emoção) que lhe estava associado. Mais alguns palavras, relacionadas com o conceito. Ao atribuirmos ao acaso, à sorte ou ao azar, ou a um poder superior o comando da nossa vida, conformamo-nos com a impossibilidade de termos uma palavra a dizer na construção das nossas vidas. Pode ser confortável esta posição "de vitima", mas então onde é que está a liberdade de escolher e viver com as consequências dessa escolha? Ao crer na fatalidade, estamos a ir pelo caminho mais fácil, mas também é o caminho manipulador, que normalmente se encontram na base filosófica de crenças limitadoras. Olhar de uma perspectiva diferente, algo que já classificámos como fatalidade não é uma tarefa fácil, porque compreender o que está por detrás de um acontecimento ruim exige certa predisposição a acatar o novo e a alterar conceitos instalados.   Se admitimos que na natureza, para toda acção há sempre uma causa, mesmo quando a nossa inteligência não a consegue perceber, porque não desafiar a fatalidade e assumirmos o direito universal do livre arbítrio? O facto de assumirmos que “por detrás de uma acção está sempre uma causa”, não significa necessariamente,  que essa causa esteja pré-destinada por uma entidade superior. Uma possibilidade é passarmos a encarar a forma como vivemos como responsabilidade nossa e assim, em comunhão com a energia universal, a qual influenciamos e somos influenciados, sermos senhores do nosso destino.  A vantagem dessa mudança é que você resgata o poder natural e passa a ter capacidade para transformar as situações desagradáveis que estão à sua volta, alterando, para melhor, o curso da sua vida. Se de um lado você perde o álibi que justifica as suas inabilidades, por outro adquire o poder interior de intervir nas situações externas. Essa postura vai tirá-lo da passividade e da dependência dos outros ou da concessão das forças naturais, proporcionando as condições internas necessárias para construir uma vida nova. Inicialmente podemos estranhar essa nova concepção de vida. Para muitas pessoas é difícil pensar assim, encarar como verdade o facto de que são elas que põem em movimento tudo que lhes acontece e não mais responsabilizar qualquer outra entidade, pelo que se passa com elas.                                     Esta é uma tarefa que requer tempo, observação e dedicação, porém os resultados serão promissores. Mais detalhes nos livros de Valcapelli & Gasparetto  “A Metafisica da Saúde“